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	<title>Centro Paroquial de Cachopo</title>
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	<description>Instituição Particular de Solidariedade Social</description>
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		<title>27 Aniversário do Centro Paroquial de Cachopo</title>
		<link>https://cpcachopo.com/27-aniversario-do-centro-paroquial-de-cachopo/</link>
				<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 19:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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				<description><![CDATA[Cerimónia de 6 de Abril de 2017 Intervenção do Presidente Diác. Albino Martins Nenhum de nós, na verdade, sabe o que amanhã trará, mas conhecemos, ou devemos conhecer, o que o passado e o presente, nos dizem dele e o que nos fazem sentir. Caminhar assim, causa evidentemente expectativa e o futuro do CENTRO PAROQUIAL &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Cerimónia de 6 de Abril de 2017<br />
Intervenção do Presidente<br />
Diác. Albino Martins</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Nenhum de nós, na verdade, sabe o que amanhã trará, mas conhecemos, ou devemos conhecer, o que o passado e o presente, nos dizem dele e o que nos fazem sentir.<br />
Caminhar assim, causa evidentemente expectativa e o futuro do CENTRO PAROQUIAL DE CACHOPO, nunca poderá ser encarado de ânimo leve, se o seu coração quiser bater, pelo mesmo compasso da sociedade e da fé professada, em cujos valores assenta.<br />
Tanto se fez nestes 27 anos… mas há tanto por fazer, desde o que não ficou concluído, ao que a dura realidade dos nossos dias, não cessa de multiplicar.<br />
Há muito merecido orgulho e resultados, sem dúvida, mas ao olharmos para a freguesia de Cachopo hoje, vemos multiplicar-se à nossa frente, longos horizontes de tarefa árdua, dado o assustador envelhecimento da população e a não fixação de jovens.<br />
O Centro Paroquial criou uma forte coluna, apoiada nos seus órgãos sociais e nos seus colaboradores, mas o vento que o fustiga, sopra também tempestuoso.<br />
Dada a localização geográfica e dos fracos recursos económicos, terão de tratar-nos com descriminação positiva. O Estado Central e a Autarquia Local, terão de dotar esta Instituição dos recursos que necessita, sob pena de ser muito difícil a nossa acção e o chegar mais longe no apoio a prestar.<br />
Estará aqui, contudo, uma das condições de uma Instituição cada vez mais sólida e interventiva: a de nunca se fechar aos problemas sociais que a rodeiam na comunidade. As suas portas têm de estar sempre abertas, pois deste modo o vento mais furioso nunca logrará quebrá-las.<br />
O caminho feito nos últimos anos reforçou o Centro Paroquial, graças ao espírito de missão, de rigor e de busca de estabilidade e consolidação.<br />
Mas nunca esqueçamos: por maior e melhor que seja o nosso desempenho, ao tornarmo-nos duradouros, correremos sempre o risco de entrar na senilidade das rotinas, na acomodação de propósitos e procedimentos, nos compromissos sem dinâmica.<br />
É, então, muito preciso guardar dentro de nós a semente da capacidade de interrogar, de analisar, de debater, de criticar construtivamente, sobretudo quando o alvo devemos ser nós próprios. Guardar esta semente, plantá-la e cuidar da sua consistente germinação!<br />
Ver-se-á, assim, em alguns momentos dessa incessante labuta, o quanto foram preciosos, como adubo suculento, quantos por esta casa passaram, membros dos órgãos sociais, da Liga dos Amigos, Colaboradores e Utentes que já partiram para a Casa do Pai e que tanto deram por esta causa. Não esquecendo todos os colaboradores que ainda estando entre nós, já se aposentaram.<br />
Presto ainda homenagem, aos rostos actuais da Instituição, os seus colaboradores que incarnam este espírito de serviço, em favor dos idosos nossos utentes.<br />
Caros amigos,<br />
Quando o “pôr do sol” da vida se aproxima, no CENTRO PAROQUIAL DE CACHOPO”, há um lugar para o avistar com tranquilidade.<br />
Este Complexo Social tem aberto os seus braços e as suas portas aos que já passaram muitos anos na vida.<br />
Nele ergue-se a “Estrutura Residencial para Pessoas Idosas”, sempre com a sua capacidade lotada (30 utentes) e com muitas pessoas idosas desejosas de cá entrar (estão cerca de sessenta em lista de espera). Junto a elas estão os que se acolhem em Centro de Dia (15 utentes) e que regressam as suas casas, devidamente acompanhados, ao final do dia. Os nossos colaboradores (42) espalham a nossa actividade em toda a freguesia (23 lugares), assistindo 50 idosos que se encontram nas suas habitações, mas que necessitam de apoio.<br />
O Centro Paroquial possuí ainda um Centro Convívio no lugar de Feiteira, com capacidade para 20 utentes.<br />
Em tudo isto, nunca deixamos de defender que o papel da família continua a ser preponderante, para o bem-estar e equilíbrio psicossocial dos cidadãos, que aqui vivem e convivem, sendo muitas as actividades que o comprovam.<br />
Temos ao dispor serviços de bem-estar, como seja serviço de cabeleireira, quinta pedagógica, fisioterapia, ginástica geriátrica, ateliês ocupacionais, apoio psicossocial e religioso, intercâmbios com gerações mais novas, um simples e alegre convívio, uma ou outra visita e passeio.<br />
Passados 27 anos é bom verificar que o CENTRO PAROQUIAL DE CACHOPO foi uma aposta que valeu a pena.<br />
O Estado Português, A Diocese, a Paróquia de Cachopo, o Município de Tavira e a Freguesia de Cachopo, devem sentir-se orgulhosos pela obra que ajudaram a pôr de pé.<br />
Todos os que a servem no CENTRO PAROQUIAL DE CACHOPO acham que 27 anos é muito tempo… mas ainda mais tempo queremos viver juntos, com o desafio do Papa Francisco: “Fazer bem, o bem que se faz!”</p>
</div>
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		<title>A desertificação não é inevitável</title>
		<link>https://cpcachopo.com/a-desertificacao-nao-e-inevitavel/</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 11:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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				<description><![CDATA[Em 1990, por iniciativa do bispo D. Manuel Madureira Dias, que hoje dá nome ao Complexo Social edificado, nascia em Cachopo, aldeia da serra algarvia do concelho de Tavira, o Centro Paroquial para cuja implementação convidou o casal Albino e Cláudia Martins. O casal de Vila Real de Santo António abraçou o projeto e há &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1990, por iniciativa do bispo D. Manuel Madureira Dias, que hoje dá nome ao Complexo Social edificado, nascia em Cachopo, aldeia da serra algarvia do concelho de Tavira, o Centro Paroquial para cuja implementação convidou o casal Albino e Cláudia Martins. O casal de Vila Real de Santo António abraçou o projeto e há um quarto de século que faz crescer a única instituição de apoio social aos mais idosos.</p>

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<a href='https://cpcachopo.com/a-desertificacao-nao-e-inevitavel/cachopo08-n/'><img width="150" height="150" src="https://cpcachopo.com/wp-content/uploads/sites/47/2016/02/cachopo08-n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>“Viemos de Vila Real de Santo António para Cachopo, dispondo-nos a remar contra a corrente, empreendendo um movimento (litoral-serra) inverso ao que na altura começava a acentuar-se (serra-litoral) e que tem vindo a contribuir para a desertificação do interior algarvio”, conta o diácono Albino Martins, que ali constituiu família e desenvolveu a sua atividade pastoral e, essencialmente, social: “Envolvemos a população, sobretudo na urgente resposta social, tendo presente o elevado envelhecimento da população e o seu crescente isolamento”.<br />
No entanto, a tarefa que tomou em mãos não se mostrou fácil no arranque e tem sido um constante desafio.<br />
“As condições iniciais existentes nesta terra do interior algarvio eram pouco favoráveis ao desenvolvimento de um projeto de grande vulto. O início aconteceu num armazém, adaptado a Centro de Dia, com espaços muito reduzidos e completamente despido de tudo. Foi difícil o começo”, afirma o presidente da instituição, acrescentando: “Por outro lado, os potenciais utentes tinham relutância em frequentar o Centro de Dia e começaram por ser uns quatro ou cinco que mostravam vontade de viver num lar, mas não apreciavam muito aquele tipo de apoio só para o dia. Era esta a semente! A nós, não faltou dedicação, espírito de sacrifício e generosidade. E a semente germinou!”.<br />
Sílvia Leandro, diretora-técnica da instituição, corrobora esta ideia de dificuldade, mas igualmente a de conquista da instituição, ao crescer e ao alargar as respostas sociais à população: “Foi com o grande esforço do casal Albino e Cláudia que esta instituição nasceu. Era uma coisa muito pequenina e com muito poucos utentes. Depois veio o SAD e nasceu o sonho de fazer uma casa maior, porque os utentes já eram muitos e as condições não eram as melhores. A ideia era continuar com as mesmas respostas mas fazer também um lar”.<br />
Para esta técnica, a visão do casal Martins foi determinante na qualidade e diversidade de serviços que o Centro Paroquial de Cachopo presta hoje à população: “Aqui na serra a noite é, de facto, assustadora para as pessoas de mais idade. A freguesia é a aldeia e mais 42 montes dispersos pela serra e que está envelhecida e desertificada. O Albino e a Cláudia perceberam que era importante um lar para as pessoas que estavam realmente sozinhas e criar uma casa onde estivessem juntos, acompanhados e tivessem uma melhor qualidade de vida”.<br />
O Complexo Social da instituição alberga, atualmente, quatro respostas sociais, apoiando perto de uma centena de utentes. Em Lar acolhe 30 idosos, em Centro de Dia são 15 e o SAD chega a 50 utentes. Para além destas respostas que funcionam no equipamento da aldeia, a instituição ainda gere, num monte, o Centro de Convívio de Feiteira, frequentado por duas dezenas de utentes.<br />
E se hoje o equipamento de Cachopo é um espaço com todas as condições para albergar quem dele precisa, a sua edificação foi muito difícil e demorada.<br />
“Esta casa foi inaugurada em 2009, mas demorou 11 anos a construir, porque entretanto o empreiteiro abriu falência. Foi muito complicado”, recorda Sílvia Leandro.<br />
“Humanamente falando, os começos da obra que hoje se vê em Cachopo eram mais para cair no desânimo do que para sorrir”, sustenta Albino Martins, que não deixa de lembrar quem foi fundamental para que a obra nascesse: “Superou-se as dificuldades, graças à mão de Deus e ao contributo do Estado Português, do Município de Tavira, da Junta de Freguesia e da população residente ou daqui natural”.<br />
Num território muito envelhecido e progressivamente desertificado, em que a orografia também não ajuda, a instituição abrange uma região com cerca de 700 habitantes, em que “80% tem mais de 65 anos, não é enriquecida, vive das baixas pensões e continua a trabalhar muito na terra, mesmo com muita idade”, refere Sílvia Leandro, que reafirma a relutância que ainda hoje a população tem em aderir à instituição: “As pessoas aqui ainda continuam com a ideia de não querer vir para a instituição e, nesse aspeto, o Centro de Dia é a resposta mais complicada. As pessoas ou querem ficar em casa e precisam de ajuda e, então, solicitam o apoio do SAD, ou para virem é para o lar, mas porque já não podem mais. Aqui na serra as pessoas são muito ligadas à casa e ao lugar onde moram. As pessoas têm muita pena de ver os montes onde nasceram ficarem sem gente e, então, acham que têm a responsabilidade de não sair de lá para o monte ainda continuar com alguém”.<br />
A técnica social identifica a questão da mentalidade das gentes da serra como o principal obstáculo à sua institucionalização: “Vir para o lar é, para estas pessoas, uma vergonha. É como ir para o asilo, como se dizia antigamente. A mentalidade é esta e conseguir desmontar esta ideia é muito difícil. E, depois, só vêm quando já não podem mesmo nada”.<br />
Numa freguesia em que quase não há crianças e as pessoas em idade ativa migraram para o litoral, os mais velhos tendem a ficar sozinhos e, na maioria dos casos, sem retaguarda familiar presente, como constata Sílvia Leandro: “Os mais novos foram todos embora, pelo que estas pessoas não têm retaguarda familiar. Gente em idade ativa em Cachopo é muito pouca. Há quem tenha familiares que são muito preocupados e que são presentes, mas muitos utentes não têm qualquer retaguarda familiar. As pessoas não querem subir a serra, dizem que é muito longe… Isto acontece com as pessoas do lar e com as da comunidade. Nós estamos aqui para ajudar e atenuar as dificuldades, mas nunca substituímos a família. A maior tristeza que sinto neste trabalho é essa ausência dos familiares”.<br />
Para Sílvia Leandro, “combater a interioridade é difícil, mas das maiores dificuldades é a falta de colaboração mais próxima das famílias”.<br />
Num contexto tão adverso, em que os rendimentos da população são muito baixos, em que as famílias também não têm grande disponibilidade financeira e o tecido empresarial é, pura e simplesmente, inexistente as dificuldades financeiras são uma constante na vida da instituição.<br />
“Vivemos com muitas dificuldades, porque esta é uma casa muito grande e com uma despesa diária brutal”, começa por dizer a diretora-técnica, identificando o custo por utente como o principal óbice: “As mensalidades de Centro de Dia e do SAD são muito baixas e nenhuma chega aos 150 euros. As instituições da serra têm um custo no SAD muito mais elevado do que as da cidade. Nósfazemos 500 quilómetros por dia, gastamos 1.500 euros/mês em gasóleo, para além do desgaste das viaturas em virtude do terreno. A despesa é muito grande e o custo por utente é muito maior do que na cidade, onde se faz três ou quatro utentes num raio de cinco quilómetros e aqui, por exemplo, fazemos 25 quilómetros para chegar a um único utente que vive num monte. O valor que o utente paga cobre muito pouco ou quase nada da despesa”.<br />
Para esta responsável, a subsídio dependência da instituição é uma inevitabilidade: “Somos subsídio dependentes da Segurança Social e do que os utentes pagam, porque não temos outras fontes de receita. Aqui à volta não temos outras oportunidades como no litoral. Temos alguns apoios pontuais, mas também não temos empresas por aqui… O maior empregador da freguesia é a instituição, depois a Junta de Freguesia, há ainda três cafés e dois minimercados, que funcionam com os próprios donos, e há uma pequena empresa de produtos agrícolas”.<br />
No entanto, e apesar de não serem presentes, os familiares são cumpridores financeiramente, o que, pelo menos, não cria mais problemas à instituição. Contudo, as comparticipações da família, à semelhança da dos utentes, são pequenas.<br />
“As pessoas têm a responsabilidade de pagar… por transferência bancária, porque aqui não vêm. A maior parte dos utentes tem pensões sociais. Até agora, no capítulo da comparticipação familiar, nunca tivemos problemas”.<br />
As questões financeiras são, para Albino Martins, “a maior dificuldade” na vida da instituição, agravado pela “exiguidade da valência ERPI [Estrutura Residencial Para Idosos]”.<br />
Sílvia Leandro explica que o rácio utente/colaborador encarece o serviço e levanta grandes problemas na gestão da instituição: “Na altura em que o lar foi aprovado, não o faziam para mais do que 30 utentes, porque o objetivo era que os equipamentos tivessem de alguma forma um ambiente familiar. Percebo isso e, como técnica social, acho interessante, mas em termos financeiros a ideia já não é tão interessante, porque o quadro de pessoal que nos é exigido para 30 utentes é o mesmo que seria para um lar com capacidade entre 36 e 38 camas. E isto faz toda diferença. O nosso quadro de pessoal, que tem 41 trabalhadores, é muito pesado, porque 75% dos nossos utentes são dependentes, o que exige cuidados diferentes do que se as pessoas fossem mais autónomas. O que vamos buscar ao utente e à família é muito pouco e a comparticipação da Segurança Social, que não é atualizada há muito tempo, está completamente longe daquilo que é o custo do utente. Por isso, em termos financeiros, andamos sempre muito apertados”.<br />
Albino Martins é mais contundente nesta questão: “Há anos que «grito bem alto» que 30 camas torna uma instituição inviável financeiramente. Falta-nos um projeto para alargamento do equipamento, em que 45 camas seria o ideal. E este é o nosso maior drama, até porque temos cerca de uma centena de utentes em lista de espera”.<br />
Em Cachopo há ainda uma Cáritas Paroquial, que, como refere Sílvia Leandro, “é um braço do Centro Paroquial e da paróquia”, e que nasceu para dar apoio pontual, em termos de alimentação e vestuário, a algumas pessoas com carências e que ainda não são seniores”.<br />
Incrustada no alto da serra do Caldeirão, quase sem gente jovem e praticamente sem atividade económica, como seria Cachopo sem o Centro Paroquial? A resposta, a Sílvia Leandro, sai de pronto: “Acho que metade das pessoas não conseguiria viver no Cachopo. Se não existíssemos, as pessoas que ainda estão nos montes não poderiam lá estar. Acho que esta terra não conseguiria existir sem o Centro Paroquial”.<br />
Por seu turno, o diácono Albino Martins, que, juntamente com a esposa, foi condecorado, em 2015, pela Presidência da República como Oficial da Ordem de Mérito, é mais abrangente na resposta, colocando o dedo em algumas feridas: “Cachopo assiste há largos anos ao êxodo da sua população jovem. Cachopo e tantas aldeias do Portugal rural, despovoa-se, enquanto a vontade política demora em dar sinais de inverter o rumo, planeando de forma sustentada a descentralização, económica e social, tomando medidas que levem à fixação efetiva dos que aqui vivem e ainda sonham. É minha firme convicção que o Centro Paroquial de Cachopo pode continuar, apesar de algum desânimo, a colaborar no sentido de se criarem condições de inversão de rumo. Tem sido esta a luta e a matriz do contributo dado pelo Centro Paroquial. Cachopo seria diferente sem ele. Se, pelo contrário, nos deixarmos dominar pela ideia de que a desertificação é inevitável, então perderemos o gosto e a alegria de aqui viver, adiaremos as medidas de curto e médio prazo que se impõem, correndo todos nós o risco de nos vermos confrontados com problemas bem mais sérios no futuro”.<br />
E por isso é que Albino Martins não tenciona baixar os braços: “Oxalá consiga daqui a alguns anos afirmar, sem pretensão de comparações com o trabalho apostólico de S. Paulo, e dizer como ele que «combati o bom combate… guardei a fé»”.</p>
<p>Pedro Vasco Oliveira (texto e fotos)</p>
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		<item>
		<title>Centro Paroquial de Cachopo tem uma quinta pedagógica para utentes de diferentes gerações</title>
		<link>https://cpcachopo.com/centro-paroquial-de-cachopo-tem-uma-quinta-pedagogica-para-utentes-de-diferentes-geracoes/</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2015 21:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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				<description><![CDATA[O Centro Paroquial de Cachopo tem em plena serra do caldeirão uma quinta pedagógica que ocupa cerca de dois hectares e que produz parte dos alimentos consumidos na instituição. Para além da sua horta com plantações de melão, melancia, tomate, pepino, pimento, batata, batata-doce, couve, repolho, alface, feijão, brócolos, abóbora, cebola ou curgete, entre muitas &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cp-cachopo.lusoepicentro.pt/wp-content/uploads/sites/47/2015/05/logo_quinta_pedagogica.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-291" src="http://cp-cachopo.lusoepicentro.pt/wp-content/uploads/sites/47/2015/05/logo_quinta_pedagogica.gif" alt="logo_quinta_pedagogica" width="200" height="119" /></a></p>
<p>O Centro Paroquial de Cachopo tem em plena serra do caldeirão uma quinta pedagógica que ocupa cerca de dois hectares e que produz parte dos alimentos consumidos na instituição.</p>
<p>Para além da sua horta com plantações de melão, melancia, tomate, pepino, pimento, batata, batata-doce, couve, repolho, alface, feijão, brócolos, abóbora, cebola ou curgete, entre muitas outras, a Quinta Pedagógica de Cachopo é constituída ainda pela vertente animal composta por cabras, ovelhas, galinhas, patos, porcos, um burro e dois cães e vários gatos.</p>
<p>Iniciado em 2009 mas oficialmente inaugurado em agosto de 2013, aquele visa ser também um espaço de aprendizagem, lazer e bem-estar e de inter-relação entre diferentes gerações. Pensada para manter vivas as tradições locais e os costumes dos utentes do centro paroquial que viveram uma vida em que a lavoura e a criação de animais, assim como a produção de mel e de cortiça, sempre foi sinónimo de sustento, a quinta é hoje pouco usada pelos utentes da instituição que já não conseguem descer e subir a escadaria que lhe dá acesso encosta abaixo, nem realizar grandes trabalhos na terra.</p>
<p>Para os membros daquela geração, o espaço serve agora muito mais como revigorante da alma quando se aproximam da varanda do centro paroquial para o contemplar e matar saudades.<br />
Retrato da vida no campo, a quinta transmite aos mais novos os conhecimentos do ancestral saber das gerações que os precederam e que se tem vindo a perder. Principalmente nos meses de verão, o espaço é visitado por alunos de muitas escolas e também do ensino pré-escolar. “O ano passado tivemos todas as quartas-feiras, durante o mês de julho e agosto, visitas de 15/20 alunos de escolas do concelho de Alcoutim”, testemunha ao Folha do Domingo, Adriana Pereira, responsável pela Quinta Pedagógica de Cachopo e uma das três pessoas que ali trabalham mais regularmente, acrescentando que mesmo as crianças que vivem em concelhos do interior, como Alcoutim, já quase não têm contacto com o trabalho agrícola.</p>
<p>Na quinta, para além de tomarem contacto e aprenderem a conhecer as diferentes espécies vegetais, ajudando também nos trabalhos da horta, e observarem a criação das espécies animais, os alunos podem ainda realizar workshops como o de fabrico de pão que os elucida acerca do ciclo de alimentação humana a partir da natureza.</p>
<p>A produção na quinta não é biológica, mas, segundo os responsáveis, procura-se reduzir ao mínimo o uso de pesticidas e herbicidas. “Hoje em dia há tantas pragas que é difícil prescindir totalmente de químicos”, considera Adriana Pereira, acrescentando ainda que não fazem compostagem, mas aproveitam o estrume produzido pelos animais como adubo natural.</p>
<p>A rega é feita a partir de um poço com nascente, existente na horta, e também é usada a água de uma ribeira próxima que, em alturas de maior necessidade, é bombeada para dentro daquele reservatório.</p>
<p>A edificação da Quinta Pedagógica de Cachopo, apoiada também pela Câmara de Tavira, teve comparticipação financeira do PROAlgarve e do Programa AGRIS. Com uma execução total de 129.770 euros, o projecto foi co-financiado numa primeira fase pelo primeiro programa em 21.133 euros e numa segunda fase pelo segundo apoio em 75.309 euros.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Centro Paroquial de Cachopo celebrou 25 anos de serviço à população esquecida da Serra do Caldeirão</title>
		<link>https://cpcachopo.com/centro-paroquial-de-cachopo-celebrou-25-anos-de-servico-a-populacao-esquecida-da-serra-do-caldeirao/</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2015 21:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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				<description><![CDATA[O Centro Paroquial de Cachopo celebrou 25 anos de existência e serviço à população idosa e esquecida da Serra do Caldeirão pela interioridade a que se viu votada. Bodas_prata_centro_paroquial_cachopo.JPG Foto © Samuel Mendonça No passado domingo, o dia foi preenchido com as iniciativas que assinalaram a efeméride. De manhã foi celebrada a eucaristia de ação &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Paroquial de Cachopo celebrou 25 anos de existência e serviço à população idosa e esquecida da Serra do Caldeirão pela interioridade a que se viu votada.</p>
<p>Bodas_prata_centro_paroquial_cachopo.JPG<br />
Foto © Samuel Mendonça<br />
No passado domingo, o dia foi preenchido com as iniciativas que assinalaram a efeméride. De manhã foi celebrada a eucaristia de ação de graças, presidida pelo bispo do Algarve na igreja paroquial. “Quero exprimir a minha gratidão por este serviço ao longo de 25 anos e desejar que continue. Estou certo de que vai continuar com a mesma dedicação e generosidade como até aqui”, afirmou D. Manuel Quintas na eucaristia na qual administrou também o sacramento da Confirmação a sete jovens da paróquia de Cachopo.</p>
<p>Bodas_prata_centro_paroquial_cachopo (10).JPG<br />
Foto © Samuel Mendonça<br />
Seguiu-se então a sessão solene no Complexo Social D. Manuel Madureira Dias, que teve início com a visualização de um trabalho de reportagem sobre a instituição, realizado pela RTP.</p>
<p>Na sessão, o diácono Albino Martins, presidente do Centro Paroquial de Cachopo, começou por homenagear todos os colaboradores da instituição. “Ninguém pode ter a ousadia de pensar que pode consegue algo sozinho. Eu queria homenagear todos os colaboradores da instituição. Eu serei, por enquanto, a cabeça desta instituição, mas sem eles e sem os colegas de direção nada é possível fazer”, afirmou.</p>
<p>“Tanto se fez nestes 25 anos, mas há tanto por fazer, desde o que não ficou concluído, ao que a dura realidade dos nossos dias não cessa de multiplicar”, prosseguiu, acrescentando que o futuro perspetiva para a freguesia de Cachopo “um longo horizonte de tarefa árdua, dado o assustador envelhecimento da população e a não fixação dos jovens”.</p>
<p>Bodas_prata_centro_paroquial_cachopo (16).JPG<br />
Foto © Samuel Mendonça<br />
Neste sentido, o presidente reivindicou para a instituição tratamento com “discriminação positiva”, dada a sua “localização geográfica” e os seus “fracos recursos económicos”. “O Estado central e a autarquia local terão de dotar esta instituição dos recursos de que necessita, sob pena de ser muito difícil a nossa ação e o chegar mais longe no apoio a prestar. Estará aqui, contudo, uma das condições de uma instituição cada vez mais sólida e interventiva”, advertiu.</p>
<p>O diácono lembrou ainda os que por aquela casa passaram, membros dos órgãos sociais, da Liga dos Amigos, colaboradores e utentes que já faleceram e “que tanto deram por aquela causa”, bem como os que, ainda vivos, já se aposentaram e o atuais colaboradores.</p>
<p>Aquele responsável disse ainda que a instituição nunca deixou de defender que “o papel da família continua a ser preponderante para o bem-estar e equilíbrio psicossocial dos cidadãos” que ali “vivem e convivem”, tendo ao seu dispor serviços e atividades de bem-estar como cabeleireira, quinta pedagógica, fisioterapia, ginástica geriátrica, ateliês ocupacionais, apoio psicossocial e religioso, intercâmbios com gerações mais novas e até promove “simples e alegres convívio e a uma ou outra visita ou passeio”.</p>
<p>“Passados 25 anos é bom verificar que o Centro Paroquial de Cachopo foi uma aposta que valeu a pena”, concluiu o diácono.</p>
<p>O presidente da Câmara de Tavira lembrou as dificuldades com a construção do complexo social e anunciou novos apoios à prevista ampliação do lar de idosos. “Seguramente iremos oferecer os projetos do lar. Espero bem contribuir ainda, como presidente de Câmara, para financiar um bocado do lar e inaugurar o próprio lar e para ir arranjando uma ou outra estrada porque o trabalho que eles fazem também precisa de estradas melhores do que estão”, afirmou Jorge Botelho.</p>
<p>O bispo do Algarve afirmou que “valeu a pena não desistir, nem desanimar”, sendo “mais forte do que as dificuldades” e voltou a agradecer pelo trabalho realizado. “Obrigado. Ao casal, aos seus colaboradores, a esta freguesia, a todos aqueles que tornaram possível esta obra e a todos os que foram servidos”, agradeceu D. Manuel Quintas, pedindo o apoio de todos. “Em relação ao futuro temos de dizer todos: estamos aqui, podeis contar connosco porque queremos que esta instituição continue o seu objetivo e cresça”, afirmou, reivindicando também discriminação positiva para a instituição que percorre diariamente 500 quilómetros para realizar o apoio domiciliário. “Como é que uma instituição como esta recebe o mesmo do que aquelas que têm um raio de 10 quilómetros de assistência? Como é que uma instituição como esta pode subsistir?”, interrogou, lamentando que haja aspetos “que tantas vezes as leis não preveem com todo o seu rigor”.</p>
<p>A comemoração continuou com o descerramento de uma lápide alusiva ao arranjo da cobertura do edifício para correção de um problema de infiltração de água que permanecia desde a construção do edifício e substituição da cablagem do sistema de segurança que entretanto se deteriorou. A obra, realizada em quatro meses, foi suportada pela Câmara de Tavira em 70 mil euros.</p>
<p>Foi ainda inaugurado um novo painel com a representação de uma árvore composta pelos nomes (incluindo os já falecidos) de todos os fundadores, utentes, colaboradores e liga de amigos da instituição.</p>
<p>Depois do almoço, no qual foram cantados os parabéns à instituição e partido o bolo de aniversário, teve início a tarde cultural com um concerto do Coro de Câmara da Sé de Faro “Cantate Domini”.</p>
<p>O Centro Paroquial de Cachopo, com 42 colaboradores, assiste 115 idosos, 30 em lar (com cerca de 60 em lista de espera), 20 no centro de convívio, 15 em centro de dia e 50 em apoio domiciliário, estes dispersos por 23 montes da serra algarvia.</p>
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		<title>Câmara de Tavira atribui medalha de prata ao Centro Paroquial de Cachopo</title>
		<link>https://cpcachopo.com/camara-de-tavira-atribui-medalha-de-prata-ao-centro-paroquial-de-cachopo/</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2015 21:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[O Município de Tavira, que amanhã assinala o Dia da Cidade, determinou atribuir ao Centro Paroquial de Cachopo a medalha municipal de mérito, grau prata. Após o hastear das bandeiras, marcado para as 10h, nos Paços do Concelho, seguir-se-á, pelas 10h45, a sessão solene no auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, no decurso da &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O Município de Tavira, que amanhã assinala o Dia da Cidade, determinou atribuir ao Centro Paroquial de Cachopo a medalha municipal de mérito, grau prata.</p>
<p>Após o hastear das bandeiras, marcado para as 10h, nos Paços do Concelho, seguir-se-á, pelas 10h45, a sessão solene no auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, no decurso da qual será entregue a distinção.<br />
A cerimónia contempla a distinção de três funcionários com medalhas de bons serviços e dedicação grau prata (30 anos de serviço) e três de grau cobre (20 anos de serviço).</p>
<p>Serão ainda reconhecidos com a mesma medalha António Luís Fernandes Baptista (a título póstumo), Alberto Santos Pereira Rocha, Carlos Manuel Livramento Baptista, Joaquim Conceição Messias dos Santos, José Vitorino Rodrigues Pereira, Juvenal Sabino Martins Brito e Leonardo António Gonçalves Martins.</p>
<p>Com a medalha de mérito municipal, grau cobre, serão distinguidos Alice Martins Moita Baião, Francisco André Gonçalves, Noélia Fernandes Jerónimo e Raminhos dos Santos Bispo.</p>
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		<title>Igreja do Algarve promoveu encontro vocacional em Cachopo</title>
		<link>https://cpcachopo.com/igreja-do-algarve-promoveu-encontro-vocacional-em-cachopo/</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2015 21:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias da Paróquia]]></category>

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				<description><![CDATA[O Secretariado da Pastoral Vocacional da Diocese do Algarve promoveu no último domingo o primeiro encontro para jovens do 7º ao 10º ano de catequese das vigararias (circunscrições eclesiásticas das quais fazem parte várias paróquias) que constituem a Diocese do Algarve. Realizado apenas com sete adolescentes da paróquia de Cachopo por não se terem inscrito &#8230;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretariado da Pastoral Vocacional da Diocese do Algarve promoveu no último domingo o primeiro encontro para jovens do 7º ao 10º ano de catequese das vigararias (circunscrições eclesiásticas das quais fazem parte várias paróquias) que constituem a Diocese do Algarve.</p>
<p>Realizado apenas com sete adolescentes da paróquia de Cachopo por não se terem inscrito participantes das restantes paróquias, o encontro vicarial, intitulado “À descoberta” com o objetivo de interpelar sobre a vocação pessoal, teve início com a celebração da eucaristia com a comunidade paroquial.</p>
<p>Seguiu-se o visionamento do filme “Pescadores de Homens” (“Fishers of men”, título original) e um debate sobre o tema daquele trabalho realizado em 2006 a pedido Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América sobre o sentido da vocação sacerdotal no contexto atual.</p>
<p>Após o almoço no Complexo Paroquial D. Manuel Madureira Dias, os participantes visitaram a Quinta Pedagógica de Cachopo e encerraram o encontro com uma oração.</p>
<p>O encontro “À descoberta” realizar-se-á nas restantes três vigararias que constituem a Diocese do Algarve. Para os adolescentes e jovens das paróquias da vigararia de Portimão, está agendado para o dia 18 de janeiro, repetindo-se a 15 de fevereiro na vigararia de Loulé (Centro Paroquial) e a 8 de março na vigararia de Faro (Fuseta).</p>
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